Orgulho de ser Batista
Sempre que voltava de uma assembléia da Convenção Batista Brasileira, trazia comigo uma frase: O que vi na Convenção – Esta frase vinha carregada de tristeza, pois muitas vezes vi: Injustiça, desorganização, desrespeito da mesa para com os convencionais, arrogância, muita discussão e pouca decisão sólida, relatórios não aprovados por falta de consistência ou mesmo por irregularidades, enfim, via coisa que mais entristecia do que alegrava. Faltei muitas convenções exatamente por isso. Indo a São Luiz – MA, percebi que algo mudou, por isso o título do que escrevo: ORGULHO DE SER BATISTA. Não sou orgulhoso, mas sinto orgulho de fazer parte desta denominação. A assembléia da CBB em São Luiz me fez mudar a frase de o que vi na Convenção, para orgulho de ser Batista, eis algumas razões para esta mudança:
1. A liderança da nossa denominação – tendo início com o pr. Paschoal Piragine, que conduziu na mudança de estrutura e funcionamento do conselho, seguindo pela direção do pr. Sócrates, pr. Oliveira Araújo e ainda, com a chegada do pr. Fernando Brandão.
2. A programação – Sem dúvida as manhãs inspirativas fizeram grande diferença, percebi que até mesmo as deliberações à tarde, se tornaram inspirativas. Os Estudos bíblicos com o pr. Sayão foi o ponto alto, sem deixar de considerar as demais mensagens, também muito edificantes.
3. A Música – Além de bem elaborada e conduzida, teve uma mescla de gerações. Mas ninguém fez o povo chorar de emoção e alegria como pr. Feliciano Amaral. Porque será que aquela musica nos toca tanto?
4. A preocupação com o próximo – me senti muito feliz com o levantamento da oferta ao pastor que está doente em Brasília.
5. Os cultos a noite – Aqui faço destaque ao culto da juventude e a noite de missões. Tanto um quanto o outro fizeram muita diferença, pois vimos uma juventude com um culto alegre e equilibrado, além de uma mensagem seria e desafiadora; a noite de missões foi demais! a união de missões nacionais e mundiais, os desafios práticos e postos em prática com o levantamento das ofertas para aquisição de terrenos, além da palavra desafiadora e encorajadora do pr. Fernando Brandão.
6. O Domingo – com certeza São Luiz não vai esquecer, as Igrejas locais não serão as mesmas depois do que aconteceu no Domingo 20 de janeiro de 2008 – toda a mobilização das Igrejas e dos pastores certamente foi o canal que Deus usou para que acontecesse o expressivo número de decisões. A minha experiência: a partir do dia 19 participamos de um mutirão social e evangelistico em uma igreja local, sob a coordenação do irmão Elcias, (Coordenador de ação social da Convenção Batista do Tocantins) e participação de vários outros irmãos. Fizemos atendimento em uma escola próximo ao templo, foram feitas visitas evangelisticas, levando também donativos para famílias carentes. Tivemos o culto à noite com o templo cheio. Todo o trabalho rendeu 32 decisões.
7. Finalmente – enquanto alguns criticam a nossa denominação, outros a deixam, eu tenho estes e muitos outros motivos para sentir orgulho de ser salvo por Jesus Cristo e de fazer parte desta denominação que a despeito de todos os problemas que enfrentamos, vemos Deus agir de maneira sobrenatural, usando homens e mulheres que não são donos da Igreja e nem da denominação, mas se colocam na condição de servos. Na minha mente e coração tem uma frase desafiadora – VAMOS AVNÇAR. Parabéns aos pastores: Oliveira Araújo, Sócrates e Fernando Brandão, bem como, a todos que como servos, foram por Deus colocado na posição de condutores dos Batistas Brasileiros.
Em Cristo,
Pr. Euzimar Nunes
Primeira Igreja Batista em Araguaína – Tocantins